“And if you're taking a walk through the garden of life
What do you think you'd expect you would see?”
Blood Brothers (Steve Harris)
E que venha o ano que vem!
Mas se for chegar já enchendo o saco que nem venha, fique por ai onde tá mesmo.
Nessa época do ano muita gente entra numa onda de fazer auto-análise.
Ah, antes que eu me esqueça, não me venha com xurumelas, como diria Madruguinha, mestre de uma filosofia que eu já segui com mais afinco.
Pois bem, eu nem sei como é que se faz isso. Eu olho pra trás, mas nem tão pra trás assim, e vejo o que eu fiz de bom ou ruim? Xurumela pura!
Aí de repente eu viro a página da folhinha do sagrado coração que fica atrás da porta e viro uma outra pessoa? Tá legal.
Pra ser sincero eu sou o rei da auto-análise, então deve ser por isso que eu não dou importância à de ano novo. Pra mim, crítico perseguidor de si próprio, seria mais uma ao longo da vida, ao longo do dia.
Por mais que seja verdade, eu não vou ficar aqui dizendo que o simbolismo do Natal foi destruído pelo capitalismo, e essas paradas de doido politizado. O que eu realmente gosto de Natal é comida.
Comida!
Eu acho legal também no Ano Novo ficar vendo os fogos pela janela, coisa que eu faço desde criança com o meu pai, que normalmente é a primeira pessoa a me desejar um feliz ano novo.
Em 2008 parece que o carnaval vai ser bem no começo de fevereiro. Não quero saber pra onde eu vou, nem se eu realmente vou pra algum lugar, mas espero ficar mais na sombra em relação ao ano passado.
Pronto. Tá feita a minha auto-análise seguida de promessa. No carnaval do ano que vem vou pegar menos sol do que no carnaval desse ano.
E dêem-se por satisfeitos.
sábado, 15 de dezembro de 2007
Lá Vem o Ano Que Vem
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